Empresas responderão na Justiça pela produção irregular de carvão na região do Pantanal.
Três empresas e seus Responsáveis foram Denunciados pelo Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul pela exploração ilegal de produtos florestais na região do Pantanal.
As empresas MMX, Preto Carvão Vegetal, HF Agropecuária e seus Representantes responderão na Justiça ambientais por crimes relacionados à Produção e Comercialização de carvão irregulares.
As denúncias originaram-se das Operações Ouro Negro e Rastro Negro Pantanal, realizadas em 2008 pelo Ibama para Combater a exploração ilegal de lenha e carvão no Estado.
Em uma das denúncias feitas pelo MPF, uma empresa MMX Metálicos Corumbá Ltda. e seu representante são acusados de adquirir carvão vegetal nativo de Fornecedor não licenciado.
Segundo inspeção do Ibama, a empresa adquiriu carvão de propriedade localizada no município de Bonito, contrariando norma Contido em sua Licença de Operação, que proibia uma aquisição de carvão vegetal nativo daquele município.
Além disso, meses depois da primeira fiscalização, uma empresa foi flagrada recebendo 25 Documentos de Origem Florestal de uma outra fazenda, em Aquidauana, licenciada e não Envolvida em Possível fraude no Sistema de emissão desse tipo de documento.
Segundo informações do MPF, a MMX Metálicos Corumbá Ltda DEVE responder por crime ambiental por: Deixar de Cumprir Obrigação de relevante interesse ambiental, CONCEDIDA Operar em desacordo com licença ambiental e desobedecer o Auto de Infração n º 542964, feito pelo Ibama em sua primeira Fiscalização .
Em outra ação, o MPF também denuncia as empresas Black Comércio de Carvão Vegetal Ltda HF e Agropecuária Ltda e seus Representantes carvoejamento e pela extração de madeira de lei, das espécies aroeira e quebracho, de florestas nativas.
Fonte: http://noticias.r7.com/economia/noticias/ministerio-publico-acusa-mineradoras-de-crime-ambiental-20100321.html
domingo, 21 de março de 2010
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